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Ministério Pastoral

DEFINIÇÃO

O ministério pastoral da IBBN é um colegiado de presbíteros, educadores e musicistas liderados pelo Pastor Senior, remunerados para trabalho em tempo integral e reconhecidos biblicamente pela igreja como aqueles que servem a congregação local, cuidando do rebanho de Deus.

 

MISSÃO

O ministério pastoral tem como missão:

a. Ser exemplo para o rebanho (1 Pe 5.3), mantendo uma vida espiritual madura e íntegra, exercitando-se na oração e no estudo da Palavra;
b. O acompanhamento e cuidado pastoral dos membros da igreja, assistindo-os em suas doenças espirituais, morais e físicas (Tg 5.14 e 15), orando, estando junto, exercendo misericórdia e aconselhando;
c. A supervisão do rebanho e dos ministérios existentes;
d. A orientação espiritual, e a proteção do rebanho de Deus, aconselhando o rebanho de forma partilhada ou individual;
e. Ser referência de vida cristã para o rebanho, mantendo e manifestando as qualificações bíblicas para o pastoreio (1 Tm 3.1-7);
f. Equipar, exortar, disciplinar, guiar e fortalecer os santos para toda a boa obra;
g. Considerar e conduzir as questões de conflito existentes na igreja (At 15.2);
h. Conhecer, ensinar e preservar a sã doutrina, de forma que os membros possam fazer o mesmo e Refutar ensinamentos contrários à Palavra de Deus (Tt 1.9);
i. Representar a igreja em reuniões, congressos, igrejas, associações, etc.

Resultados esperados:

a. Fortalecimento do rebanho na fé e comunhão com Deus e os irmãos;
b. Crescimento do rebanho á maturidade e estatura do varão perfeito;
c. Crescimento no envolvimento com o corpo e exercício dos ministérios;
d. Manifestação dos dons e fruto do Espírito ;
e. Crescimento numérico do rebanho.

 

PRINCÍPIOS

a. Como liderança colegiada, busca-se a complementaridade no ministério pastoral de maneira bíblica e saudável para o Corpo de Cristo, onde deve se encontrar direção, visão, sabedoria, equilíbrio, unidade e conselho mútuo (At 14.23; 20.26; Ef 4.11; 2 Tm 2.2; Tt 1.5; 1 Pe 5.1-4).
b. Serem padrão de maturidade,compromisso e consagração a Deus e a Sua obra para os fiéis.

 

QUAL A DIFERENÇA ENTRE PASTOR, BISPO E PRESBÍTERO?

No Novo Testamento, as palavras pastor, bispo e presbítero descrevem os mesmos homens (Atos 20:17,28; 1 Pedro 5:1-3; Tito 1:5-7). Eles servem em congregações locais, cuidando do rebanho de Deus.
As várias palavras identificam os mesmos servos, mas cada palavra tem seu próprio significado. Essas variações de sentido ajudam para mostrar aspectos diferentes do trabalho dos homens que cuidam de uma congregação.
Pastor é uma palavra comum na Bíblia. Freqüentemente se refere aos pastores de ovelhas, pessoas responsáveis pelos rebanhos. Tais homens protegiam, guiavam e alimentavam as ovelhas. O Espírito Santo usou esta palavra várias vezes no Antigo Testamento num sentido figurativo, descrevendo guias espirituais. Deus é chamado de Pastor desde a época dos patriarcas (veja Gênesis 49:24-25). Salmo 23 descreve o Senhor como pastor do seu servo fiel. O autor, um pastor de ovelhas na sua juventude, descreve o carinho e a proteção de Deus para com seus seguidores. Moisés descreveu o homem escolhido para guiar o povo como pastor (Números 27:17). Infelizmente, nem todos os pastores são bons. Deus condenou fortemente os pastores egoístas que devoravam o rebanho de Israel (Ezequiel 34:1-10). No Novo Testamento, homens qualificados devem pastorear o rebanho, a congregação do Senhor (1 Timóteo 3:1-7; Atos 20:28-35; 1 Pedro 5:1-3).
Bispo vem da palavra grega episkopos, que quer dizer supervisor ou superintendente. Em 1 Pedro 2:25, se refere ao Senhor. Várias outras passagens usam essa palavra para descrever a responsabilidade de homens escolhidos para guiar os discípulos de Cristo no seu trabalho na igreja (veja Atos 20:28; Filipenses 1:1; 1 Timóteo 3:2; Tito 1:7).
Presbítero (ancião em algumas versões da Bíblia) descreve alguém de idade mais avançada. A palavra é usada na Bíblia para identificar alguns dos líderes entre os judeus. No livro de Atos e nas epístolas, os homens que pastoreavam e supervisionavam as igrejas locais foram freqüentemente chamados de presbíteros (veja Atos 11:30; 14:23; 15:2,4,6,22,23; 16:4; 20:17; 21:18; 1 Timóteo 5:17,19; Tito 1:5; Tiago 5:14; 1 Pedro 5:1; 2 João 1; 3 João 1). São homens de idade suficiente que tenham filhos crentes. Necessariamente são alguns dos mais maduros dos cristãos na congregação. Usam seu conhecimento e experiência para servir como modelos e ensinar o povo de Deus.
Pastores, bispos e presbíteros não são três ofícios diferentes, e sim três palavras que descrevem aspectos diferentes dos mesmos homens. Igrejas que procuram manter distinções entre pastores, bispos e presbíteros não somente fogem do padrão bíblico como também perdem a riqueza das palavras que o Espírito Santo usou para descrever os guias do povo de Deus.

 

QUAIS SÃO AS QUALIFICAÇÕES BÍBLICAS DE UM PASTOR?

A Bíblia usa três palavras (em grego) para descrever os homens que cuidam do rebanho de Deus. Presbíteros (algumas vezes traduzida como anciãos), são homens de maturidade espiritual e experiência. Eles também são chamados bispos, mostrando que têm responsabilidade por supervisionar uma congregação. O termo pastor também descreve seu trabalho de alimentar, proteger e cuidar do rebanho de Deus. No tempo da igreja primitiva, estas não eram três posições distintas, mas três palavras usadas para descrever os mesmos homens (veja Atos 20:17,28). O modelo bíblico é que cada igreja local tenha uma pluralidade de homens servindo deste modo para cuidar e guiar as ovelhas (Atos 14:23; Filipenses 1:1; Tito 1:5).

Leiamos as qualificações que o Espírito Santo revelou:

"É necessário, portanto, que o bispo seja irrepreensível, esposo de uma só mulher, temperante, sóbrio, modesto, hospitaleiro, apto para ensinar; não dado ao vinho, não violento, porém cordato, inimigo de contendas, não avarento; e que governe bem a própria casa, criando os filhos sob disciplina, com todo o respeito (pois se alguém não sabe governar a própria casa, como cuidará da igreja de Deus?); não seja neófito, para não suceder que se ensoberbeça e incorra na condenação do diabo. Pelo contrário, é necessário que ele tenha bom testemunho dos de fora, a fim de não cair no opróbrio e no laço do diabo" (1 Timóteo 3:1-7).

"...Alguém que seja irrepreensível, marido de uma só mulher, que tenha filhos crentes que não são acusados de dissolução, nem são insubordinados. Porque é indispensável que o bispo seja irrepreensível como despenseiro de Deus, não arrogante, não irascível, não dado ao vinho, nem violento, nem cobiçoso de torpe ganância; antes, hospitaleiro, amigo do bem, sóbrio, justo, piedoso, que tenha domínio de si, apegado à palavra fiel, que é segundo a doutrina, de modo que tenha poder tanto para exortar pelo reto ensino como para convencer os que o contradizem" (Tito 1:5-9).

Esses textos usam palavras fortes ("necessário" e "indispensável") para mostrar que um homem tem que possuir todas estas qualidades para servir como pastor. Não temos direito de escolher ou aceitar homens não qualificados como pastores.

 
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